escravidão no Brasil

12 Anos de Escravidão - ainda vivemos isso atualmente.

terça-feira, maio 13, 2014Cris Chabes



Calma esse não é um filme meloso, mas um filme com cenas fortes que vai te ajudar a refletir sobre a época da escravidão no Brasil e no mundo.
 
A escravidão ainda é uma realidade vivida ainda hoje por muitas pessoas - seja nas grandes capitais "bolivianos escondidos em oficinas de costura clandestina e obrigados a trabalhar 16 ou 18 horas diárias",
 
nas plantações "cortadores de cana que pagam pela própria comida e local de dormir"
 
 
 
 
 
 
ou ainda pior "crianças trabalhando nas carvoarias escondidas nos sertões desse imenso país".
 
 
 
 
 
 
 
 
A escravidão ainda hoje é uma realidade e não ficamos horrorizados por isso, nem derrubamos uma lágrima. Portanto, esqueça a crítica e prepare-se para um filme que vai faze-los refletir sobre muitos pontos de vista, sobre como olhamos para o ser humano.
 
O filme é baseado na vida do violinista Solomon Northup e demorou 160 anos para virar filme. A história real mostra a submissão do personagem diante das atrocidades cometidas durante os anos de escravidão. http://folha.com/no1392437 
 
No Brasil a Lei Aurea foi sancionada em 13 de maio de 1888, mas começou a ser traçada em 1850 com a Lei Eusébio de Queiróz. O Brasil foi o último país norte americano a abolição a escravatura, mas a Mauritânia (país que fica no noroeste da África) só decretou o fim da escravidão no ano de 1981.
 
Foram libertados, pela Lei Áurea, um total de escravos que não chegou a um milhão de pessoas, para uma população total de quinze milhões de brasileiros. Na primeira matrícula de escravos, concluída em 1872, inscreveu 1 600 000 escravos e a última matrícula de escravos, concluída em 30 de março de 1887, registrou apenas 720 000 escravos, um ano antes da Lei Áurea.
 
"Segundo a previsão do Conselheiro Antônio Prado, decretada de afogadilho a “Lei 13 de maio”, seus efeitos foram os mais desastrosos. Os ex-escravos, habituados à tutela e curatela de seus ex-senhores, debandaram em grande parte das fazendas e foram "tentar a vida" nas cidades; tentame aquele que consistia em: aguardente aos litros, miséria, crimes, enfermidades e morte prematura. Dois anos depois do decreto da lei, talvez metade do novo elemento livre havia já desaparecido! Os fazendeiros dificilmente encontravam "meieiros" que das lavouras quisessem cuidar. Todos os serviços desorganizaram-se; tão grande foi o descalabro social. A parte única de São Paulo que menos sofreu foi a que, antecipadamente, havia já recebido alguma imigração estrangeira; O geral da Província perdeu quase toda a safra de café por falta de colhedores!"
 
O mapa abaixo mostra que isso ainda não terminou
 
Hoje no dia em que relembramos essa barbárie queremos dar um basta nesta barbárie definitivamente. Então vamos compartilhar e divulgar em nossas redes sociais. Basta um clique
 
 
Cris Chabes

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3 comentários

  1. quando isso vai acaber né
    vejo isso todo o tempo
    me entristece, e ensino a diferença aos meus filhos
    Nanda
    beijokas
    Lindo Dia
    Sendo a mãe da Isa e da Gabi
    Google+Nanda

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  2. Realmente... quando pensamos que estamos desenvolvidos... percebemos que o mundo parou há seculos atrás!
    Que possamos criar um mundo melhor ensinando nossos filhos o valor do ser humano!
    beijos
    www.aprendendoasermaehoje.com

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  3. Pois eh! Ainda vivemos neste regime de escravidão.

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